como os olhos do carrasco
que me vinha arrancar a cabeça
de cima.
Não sem suas protuberâncias
descomunais, que se amontoavam
no tórax, em forma disto
que alguns chamam peitos.
E como eram lindos.
Grandes, roliços, firmes e macios.
Suas pupilas, como aréolas vibrantes,
envoltas do verde obscuro de suas íris.
- Não sou daqui - repeli aquela visão
ardente do paraíso.
Sou de onde a serventia do corpo
é só o pecado.
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